Dança para a Inclusão

O DANÇA PARA A INCLUSÃO pretende promover a melhoria da qualidade de vida, a emancipação e a inclusão social de pessoas portadoras de deficiência da cidade de Aveiro, através da metodologia inovadora de dança inclusiva. 

 

OBJETIVOS

Geral:

  • Combater a exclusão social, facilitar o acesso à cultura e promover a qualidade de vida de pessoas portadoras de deficiência mental e/ou motora de Aveiro;

Específicos:

  • Criar um espaço coletivo para implementação da dança inclusiva;
  • Promover a prática e o acesso a atividades culturais;
  • Capacitar profissionais para melhorarem a aplicação da metodologia nos seus contextos;
  • Sensibilizar a comunidade para as dificuldades de participação de pessoas portadoras de deficiência na sociedade.

 

METODOLOGIA

A dança inclusiva junta, através da dança, pessoas com e sem deficiência num trabalho conjunto. Este projeto consiste em sessões semanais de dança inclusiva com vários participantes provenientes das organizações que constituem o consórcio. 

Até outubro de 2022 o nosso objetivo é manter estas sessões semanais, recolher dados sobre o impacto deste projeto e fazê-lo crescer! A par com esta intervenção direta nos beneficiários, prevemos também apostar cada vez mais na capacitação dos profissionais que atuam nestas áreas, desde terapeutas ocupacionais e professores de dança.

 

PARCEIROS

APPACDM Aveiro // A Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social sem fins lucrativos, de âmbito nacional, que tem como missão a normalização, a integração social e o bem-estar das pessoas com deficiência mental. A APPACDM de Aveiro nasceu em 1986, tendo funcionado numa moradia cedida pela Câmara Municipal de Aveiro. Em 1991 passou a ocupar instalações definitivas em Azurva.

APAH // O HABILITAR começou na Santa Casa da Misericórdia de Aveiro (SCMA) e aí permaneceu entre abril de 2016 e fevereiro de 2018. A inexistência de um financiamento que permitisse garantir a sua sustentabilidade levou à finalização do projeto enquanto valência da SCMA. Nesta altura, e porque o valor e a utilidade do HABILITAR estavam demonstrados, um grupo de pais e amigos juntou-se para impedir que este acabasse, nascendo a Associação Pais e Amigos Habilitar (APAH). A APAH é atualmente uma Organização Não Governamental para Pessoas com Deficiência. Persegue os objetivos iniciais, que vai colocando em prática de acordo com os recursos. Têm atualmente intervenção terapêutica no HABILITAR cerca de vinte crianças, todas provenientes do CHBV, um número que vai mudando de acordo com as necessidades. A equipa técnica reúne periodicamente com a equipa hospitalar responsável e o plano terapêutico é revisto.

CERCIAV // A CERCIAV iniciou o seu funcionamento em 16 de Novembro de 1975, em Aveiro, fruto da cooperação de pais e profissionais, tendo sido a primeira resposta no distrito de Aveiro à pessoa com deficiência intelectual e a terceira no país. A grande preocupação de agora é a organização dos apoios para que estas pessoas, independentemente do seu tipo e grau de deficiência ou de incapacidade, sejam efetivamente cidadãos como qualquer de nós: que vivam na sua comunidade, como nós vivemos na nossa; que usufruam da sua comunidade, como nós usufruímos; que tenham, se possível, uma ocupação útil e remunerada, como nós temos; que sejam tratados com a dignidade a que têm direito, como nós somos. CIDADANIA e SERVIÇO À COMUNIDADE são, pois, as ideias-força que procuramos transmitir, sobretudo a partir de 2005 em que a CERCIAV perfez 30 anos de existência.

CSPVC // O Centro Social Paroquial da Vera Cruz (na sua origem Centro Paroquial de Bem Estar Social da Vera Cruz) iniciou o seu funcionamento em 4 de Janeiro de 1971, por iniciativa da Fábrica da Igreja da Vera Cruz e do seu pároco Prior Manuel António Fernandes. O CSPVC assegura, no âmbito das suas atividades, diferentes serviços, valências e projetos visando o combate a variadas formas de pobreza e de exclusão social para dar resposta às problemáticas emergentes. O trabalho com os diferentes grupos em exclusão ou risco de exclusão é realizado numa lógica multidimensional, de cariz sistémico e ecológico; objetiva-se uma intervenção concertada e consistente, promotora de inclusão e de aumento de competências.

 

ESTE PROJETO É FINANCIADO PELA FUNDAÇÃO BPI LA CAIXA